Carmen Correa: sulista, milongueira, brasileira e rítmica

“É o primeiro contato do público com as canções de minha autoria e com arranjos criados coletivamente ao longo da gravação”, avalia a compositora e instrumentista

Foram mais de três anos de preparação. Tempo suficiente para Carmen Correa percorrer as etapas necessárias até chegar ao lançamento do primeiro disco. Ela viveu experimentações, fez projeções e amadureceu a identidade musical ao lado do produtor Marcelo Fruet.

Agora, a cantora, compositora e instrumentista, que começou a tocar violão com 9 anos, na cidade de São Leopoldo (RS), sente-se pronta para viver esse momento especial.

Tive uma série de percalços pelo caminho. Foi uma fase de amadurecimento como pessoa, como cantora e também das próprias canções que fazem parte do disco revela Carmen Correa, em um bate-papo à vontade com a Be220 | conteúdo digital.

O “Chá de Disco”, como está sendo chamado o pré-lançamento, acontece na próxima quinta-feira, 9 de junho, às 20h, no Teatro Renascença (Avenida Érico Veríssimo, 307). O lançamento oficial do disco está previsto para o segundo semestre deste ano.

O trabalho tem financiamento do Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural (Fumproarte) de Porto Alegre.

É o chá de fralda do primeiro filhote. O primeiro contato do público com as canções de minha autoria e com arranjos criados coletivamente ao longo da gravação diverte-se a artista, que completará 27 anos no dia do show. A comemoração é dupla, portanto.

A banda que a acompanhará no palco é formada por Gabriel Gorski (violão), Carlos Ferreira (guitarra), Bruno Vargas (baixo), Alexandre Fritzen (teclado), e Giovanni Berti (percussão).

As dez canções que fazem parte do primeiro trabalho estão alinhadas por um “discurso poético desprendido de rótulos ou categorizações”, segundo ela.

Eu tenho a preocupação em buscar um questionamento sobre a vida e olhar para ela de uma maneira poética, colocando essas mensagens nas canções. Além disso, não quero ficar limitada à uma classificação explica.

Carmen é cuidadosa ao falar sobre o estilo que representa, justamente para não limitar-se.  

É Música Popular Brasileira, mas abrange vários estilos dentro da MPB. Tenho um lado sulista e milongueiro, do Vitor Ramil (compositor, cantor e escritor gaúcho), gosto muito do trabalho dele. Também tem uma pegada brasileira e rítmica, do Lenine, que é outra grande referência.

Conquistas recentes
Em maio deste ano, Carmen Correa foi uma das onze cantoras que subiram ao palco do Auditório Araújo Vianna durante o Domingo no Parque. O evento apresentou canções que marcaram a história do país na voz de artistas gaúchas. Em 2015, ela foi uma das vencedoras do Festival da Música da Juventude de Porto Alegre e apresentou-se no projeto Sons da Cidade, realizado pela Secretaria de Cultura do Município.

O Chá de Disco tem a participação de:
Direção Cênica: Adriana Deffenti
Cenografia: Tahta Segovia
Iluminação: Fabrício Simões
Sonorização: Clauber Scholles
Consultoria de Moda: Debora Erig
Imagem e Vídeo: Gabriella Scott
Fotografia: Rodrigo Souza
Arte Gráfica: Mateus Conter
Produção: Stereo Produtora

Serviço
Chá de Disco – show de Carmen Correa & Banda
9 de junho, quinta-feira, às 20h
Teatro Renascença (Érico Veríssimo, 307)
Ingressos antecipados custam R$ 15 e, na hora, R$ 20. O contato pode ser feito pela página no Facebook: www.fb.com/carmencorreamusica.

Saiba mais
O material de divulgação de Carmen Correa, como fotos, vídeos, gravações e redes sociais pode ser acessado em www.presskit.to/carmencorrea.
 
Matéria produzida pela Be220 | conteúdo digital.

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